Doença do carrapato? Descubra como prevenir!

Estilo de Vida
19/10/2018

Por: Marketing Pulso Seguros

A doença do carrapato é uma das enfermidades que mais atingem os cães, embora também possa contaminar outros animais. Oferece risco de morte se não diagnosticada adequadamente e tratada em tempo.

Não existe vacina para evitar o seu surgimento. Desse modo, os cuidados oferecidos ao animal e, sobretudo, a disponibilidade de atendimento imediato, no caso de contaminação, são indispensáveis para a segurança da saúde do seu pet.

Continue sua leitura e descubra como prevenir a doença do carrapato. Vamos lá!

O que é a doença do carrapato e como se dá a contaminação?

A doença do carrapato que afeta cães, de modo geral, na verdade pode ser duas hemoparasitoses (parasitismos das células do sangue): a erliquiose e a babesiose. A primeira é provocada por uma bactéria (Erlichia canis), enquanto a segunda tem como agente um protozoário (Babesia canis).

Ambas, no entanto, são transmitidas pela picada do carrapato-vermelho-do-cão ou carrapato marrom (Rhipicephalus sanguineus). Esse carrapato, facilmente, consegue infestar o seu animal de estimação, uma vez que é de ocorrência comum em vários ambientes.

Outra forma de contaminação, embora menos usual, é a transfusão de sangue. Desse modo, quando o animal recebe sangue de outro que esteja contaminado, também poderá adoecer.

A doença do carrapato, em qualquer de suas formas, pode ser fatal. A ausência dos cuidados devidos, tomados no tempo certo para o tratamento, pode conduzir o animal à morte.

Quais os principais sintomas?

Os sintomas apresentados pelo animal contaminado dependem do agente infectante, isto é, da forma da doença. Algumas vezes, esses sintomas podem ser confundidos com os de outras doenças.

Assim, a avaliação conduzida por um médico veterinário de confiança é essencial para o correto diagnóstico de cada caso. Confira, agora, os principais sintomas, de acordo com a contaminação.

Erliquiose

Quando a picada do carrapato transmitiu a bactéria Erlichia, os possíveis sintomas são:

  • febre;
  • perda do apetite;
  • manchas avermelhadas na pele;
  • convulsões;
  • vermelhidão dos olhos; e
  • artrite generalizada.

É comum que haja confusão com outra doença canina, a cinomose, em razão de algumas similaridades no quadro apresentado pelo animal.

Babesiose

Quando o agente infectante transmitido pelo carrapato for o protozoário Babesia, o cão pode apresentar, entre outros, os seguintes sintomas:

  • anemia;
  • febre;
  • perda do apetite;
  • comportamento depressivo;
  • icterícia (amarelão);
  • perda de peso; e
  • esplenomegalia (aumento do tamanho do baço).

Quais são os modos de prevenção?

A prevenção é o principal cuidado, uma vez que a doença não consta no calendário de vacinação. Além disso, as medidas preventivas devem garantir a possibilidade de encaminhamento para tratamento imediato, caso ocorra a doença.

Sendo assim, confira o que pode ser feito para evitar que seu pet se contamine:

Controle de ectoparasitas

A manutenção da higiene dos animais domésticos é primordial para evitar a presença de ectoparasitas, como pulgas e carrapatos. Do mesmo modo, o ambiente deve ser constantemente limpo.

Havendo área coberta com grama, esta deve ser mantida baixa, por meio de cortes frequentes. E, no caso de pisos, precisam ser periodicamente lavados para impedir a proliferação daqueles ectoparasitas.

Seguro pet

Um seguro para o seu animal é a melhor garantia da manutenção de uma higiene periódica e indispensável. Além disso, na ocorrência da doença, o diagnóstico deve ser realizado o mais rapidamente possível, para que o tratamento seja iniciado imediatamente.

Assim, permitir que o seu pet receba uma avaliação profissional e disponha das melhores condições de internação e tratamento é a melhor garantia.

Para esse fim, um plano com cobertura para situações de urgência e emergência, além de consultas, exames laboratoriais e internação (plano pet plus), constitui a melhor segurança que pode ser oferecida.

A doença do carrapato pode ser curada, desde que a abordagem correta seja oferecida no tempo preciso. Agora que você já sabe como identificar, tratar e prevenir a doença, você conseguirá oferecer ainda mais cuidado e carinho ao seu pet!

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