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5 ferramentas práticas muito úteis para a gestão de riscos na empresa

Negócios
22/02/2018

Por: Beth Rudge

Cada vez mais a competitividade do mercado tem tornado a atuação empresarial mais criteriosa. A margem para erros é estreita, e qualquer falha pode significar grandes prejuízos.

Por isso, a utilização de ferramentas para gestão de riscos se tornou uma necessidade. Diferentes metodologias e recursos tecnológicos ajudam as empresas a tornar as suas atividades mais regulares, eficientes e potencialmente rentáveis, elevando a qualidade operacional e fazendo-as se destacar perante os concorrentes.

Contudo, nem todos empresários e líderes sabem da real importância da gestão dos riscos e, mais grave que isso, desconhecem as ferramentas que podem auxiliar nesse ponto. Então, se esse é o seu caso, continue com a leitura e conheça 5 ferramentas práticas para a gestão de riscos na empresa que listamos para você!

1. PFMEA

A sigla PFMEA (Process Failure Mode and Effects Analysis) tem por trás um conceito voltado não somente para a identificação de riscos, mas, sobretudo, para a identificação das suas causas e, a partir disso, propor os meios mais adequados para solucionar as falhas.

Outra característica do PFMEA é a capacidade de avaliação de cada etapa do projeto, identificando e classificando riscos potenciais que podem prejudicar o seu andamento. Assim, por exemplo, é possível saber quais falhas deverão ser priorizadas.

2. What if

Para colocar essa metodologia em prática, é preciso ter um conhecimento mais detalhado dos projetos — passando pelos processos e subprocessos envolvidos. Para que isso seja possível, é fundamental a realização constante de reuniões com as equipes, a fim de levantar o máximo de informações sobre a real situação do projeto.

Com base nas informações levantadas nessas reuniões e o conhecimento do fluxo de execução do projeto, trabalha-se com a formulação de um simples questionamento sobre o projeto: “e se?” — que em inglês é o nome da ferramenta, “what if?”.

Desse modo, por meio de questionamentos hipotéticos, as equipes começam a debater e encontrar respostas que sirvam de norte para a identificação de perigos genéricos e suas prováveis causas.

3. PMBOK

O PMBOK (Project Management Body of Knowledge) não é necessariamente uma metodologia, mas é um dos mais renomados e utilizados guias sobre gestão de projetos. Criado pelo PMI (Project Management Institute), esse guia tem como objetivo divulgar boas práticas que podem ser aplicadas em gerenciamento de projetos.

Além de boas práticas, o PMBOK faz uma introdução sobre ferramentas, técnicas e processos de gerenciamento capazes de otimizar a qualidade das entregas.

4. SWOT

A análise ou matriz SWOT, como também é conhecida, traduz a ideia de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças na atividade empresarial. O foco dessa ferramenta é contribuir para que líderes e outros tomadores de decisão tenha consciência dos pontos fortes e das fragilidades do negócio — em uma análise interna — e também tenham a capacidade de identificar as oportunidades e ameaças do mercado — em uma visão mais externa da empresa.

5. APR

A Análise Preliminar de Riscos (APR), como o nome sugere, é uma prática direcionada para as fases iniciais de novos projetos ou de novas atividades, cuja finalidade é evitar ocorrências que possam prejudicar a sua execução.

De maneira bastante simples, a APR funciona a partir da formulação de uma tabela, em que são enumerados os riscos prováveis de uma atividade, um sistema ou um processo e quais são as causas e efeitos dessa vulnerabilidade.

A partir disso, análises são feitas com base no grau de severidade e a probabilidade das ameaças acontecerem, gerando um índice de risco que varia de 1 a 3 — sendo 3 o nível mais crítico. A tabela ainda pode ser melhorada com a inserção de mais informações e medidas preventivas ou corretivas capazes de otimizar a rotina do projeto.

Por fim, como vimos, há uma gama de ferramentas para gestão de riscos que pode tornar o dia a dia dos gestores e líderes empresariais muito mais regular e produtivo. Com base na necessidade da sua empresa, escolha aquela que mais for útil e eficiente.

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