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5 ferramentas práticas muito úteis para a Gestão de Riscos na empresa

Tempo de Leitura: 3 minutos

Cada vez mais a competitividade do mercado tem tornado a atuação empresarial mais criteriosa. A margem para erros é estreita, e qualquer falha pode significar grandes prejuízos.

Por isso, a utilização de ferramentas para gestão de riscos se tornou uma necessidade. Metodologias e tecnologias auxiliam empresas a melhorar eficiência, rentabilidade e qualidade, destacando-as no mercado.

Contudo, nem todos empresários e líderes sabem da real importância da gestão dos riscos e, mais grave que isso, desconhecem as ferramentas que podem auxiliar nesse ponto. Então, se esse é o seu caso, continue com a leitura.

Conheça 5 ferramentas práticas para a Gestão de Riscos na empresa que listamos para você!

1. PFMEA

A sigla PFMEA (Process Failure Mode and Effects Analysis) tem por trás um conceito voltado não somente para a identificação de riscos, mas, sobretudo, para a identificação das suas causas e, a partir disso, propor os meios mais adequados para solucionar as falhas.

Outra característica do PFMEA é a capacidade de avaliação de cada etapa do projeto, identificando e classificando riscos potenciais que podem prejudicar o seu andamento. Assim, por exemplo, é possível saber quais falhas deverão ser priorizadas.

2. What if

Para colocar essa metodologia em prática, você precisa conhecer detalhadamente os projetos, incluindo os processos e subprocessos envolvidos. Para que isso seja possível, é fundamental a realização constante de reuniões com as equipes, a fim de levantar o máximo de informações sobre a real situação do projeto.

Com base nas informações levantadas nessas reuniões e o conhecimento do fluxo de execução do projeto, trabalha-se com a formulação de um simples questionamento sobre o projeto: “e se?” — que em inglês é o nome da ferramenta, “what if?”.

Desse modo, por meio de questionamentos hipotéticos, as equipes começam a debater e encontrar respostas que sirvam de norte para a identificação de perigos genéricos e suas prováveis causas.

3. PMBOK

O PMBOK (Project Management Body of Knowledge) não é necessariamente uma metodologia, mas é um dos mais renomados e utilizados guias sobre gestão de projetos. O PMI (Project Management Institute) criou esse guia para divulgar boas práticas aplicáveis ao gerenciamento de projetos.

Além de boas práticas, o PMBOK faz uma introdução sobre ferramentas, técnicas e processos de gerenciamento capazes de otimizar a qualidade das entregas.

4. SWOT

A análise ou matriz SWOT, como também é conhecida, traduz a ideia de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças na atividade empresarial. Essa ferramenta ajuda líderes a identificar os pontos fortes e fracos internos, além das oportunidades e ameaças externas do negócio.

5. APR

A Análise Preliminar de Riscos (APR), como o nome sugere, é uma prática direcionada para as fases iniciais de novos projetos ou de novas atividades, cuja finalidade é evitar ocorrências que possam prejudicar a sua execução.

De maneira bastante simples, a APR formula uma tabela que enumera os riscos prováveis de uma atividade, sistema ou processo, além das causas e efeitos dessas vulnerabilidades.

A partir disso, análises são feitas com base no grau de severidade e a probabilidade das ameaças acontecerem, gerando um índice de risco que varia de 1 a 3 — sendo 3 o nível mais crítico. A tabela ainda pode ser melhorada com a inserção de mais informações e medidas preventivas ou corretivas capazes de otimizar a rotina do projeto.

Por fim, como vimos, há uma gama de ferramentas para gestão de riscos que pode tornar o dia a dia dos gestores e líderes empresariais muito mais regular e produtivo. Com base na necessidade da sua empresa, escolha aquela que mais for útil e eficiente.

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Beth

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