Embora o plano de saúde empresarial não seja obrigatório por lei, diversas empresas oferecem esse benefício para seus funcionários. Essa é uma forma de garantir a saúde, a produtividade e a satisfação do colaborador para com a empresa.
No entanto, o plano de saúde precisa ser viável no longo prazo e não um impacto negativo nas finanças. Além disso, ele precisa atender as necessidades dos funcionários.
Quando o plano escolhido começa a se mostrar desvantajoso, é hora de pensar em trocar, seja de modalidade ou operadora. Mas o que é preciso considerar para saber se é o momento certo de fazer essa mudança? Continue lendo, porque neste artigo vamos explicar tudo sobre isso.
Ao contrário do que alguns empresários podem acreditar, manter um plano de saúde empresarial pode trazer retornos a médio e longo prazo para a organização.
O plano é vantajoso quando protege a saúde do grupo, permite que as pessoas trabalhem melhor porque estão mais tranquilas e seguras, retem os melhores talentos reduzindo o turn over e compõe um pacote de remuneração adequado ao mercado. Quando a situação se mostra diferente, não é preciso cortar o benefício dos funcionários, mas é interessante considerar mudar o plano contratado.
Afinal, há diversas operadoras oferecendo produtos variados para as empresas, sendo assim, existe uma que pode atender o que os funcionários precisam e a empresa deseja. Dessa forma, os colaboradores continuam sendo amparados e a empresa não é prejudicada.
Para saber se o plano está realmente causando prejuízos, é preciso analisar alguns pontos determinantes para indicar se é melhor fazer essa mudança. Alguns deles são:
Os valores dos planos de saúde oferecidos pelas operadoras variam. Essa diferença pode acontecer em função do porte da empresa contratante, a cobertura contratada, a quantidade de funcionários assistidos e a faixa etária, entre outros fatores.
Assim, é preciso analisar se o valor da mensalidade está dentro da média praticada no mercado para um plano com essas características. Se ele estiver acima, é hora de rever o contrato.
Anualmente, o plano de saúde empresarial passa por reajuste. A taxa é calculada:
É preciso que a empresa observe se o reajuste está seguindo os números do setor ou se há alguma distorção. Caso a empresa se sinta prejudicada, ela pode contestar junto ao seu corretor ou operadora do plano e até notificar a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
Além disso, como os fatores idade e sinistralidade implicam aumento da mensalidade, é interessante observar a taxa de outras operadoras, que podem ter reajustes menores e, por isso, mais vantajosos.
Quando o plano de saúde prevê a opção de livre escolha de médicos além do uso da rede credenciada, é possível recorrer ao atendimento particular e pedir o reembolso para o plano. Esse valor deve estar condizente com a média de preço praticada na região. Quanto maior for esse limite de reembolsos maior será a mensalidade do plano. Sendo diversificada a rede credenciada, seu uso deve ser incentivado permitindo que a livre escolha seja uma exceção.
Buscar elementos para o controle do custo do plano e sua manutenção pode levar à necessidade de revisar as características do contrato. Atualmente, opções de plano com coparticipação na utilização são interessantes pois reduzem a mensalidade, estimulam o uso consciente e permitem que o funcionário seja como um auditor, criticando os valores cobrados.
Para ser funcional e prático, o plano de saúde empresarial precisa oferecer uma rede credenciada que atenda com diversas especialidades e procedimentos na cidade e até bairro de residência dos funcionários . Assim, eles não precisarão fazer grandes deslocamentos em busca de atendimento.
Esse inconveniente poderia desfalcar o quadro de funcionários e interferir na produtividade da empresa. Além de causar insatisfação para o colaborador, que terá dificuldade para encontrar o tratamento que precisa.
Essas são algumas questões que podem indicar que os serviços da operadora ou o plano escolhido não estão atendendo a empresa e seus colaboradores conforme o esperado. Portanto, o plano precisa ser revisto para voltar a beneficiar ambos.
Quando a empresa perceber que o plano precisa ser adaptado às suas necessidades e às de seus funcionários, ela deve estar atenta também para outra questão. Nessa mudança, os trabalhadores não podem ser lesados ou prejudicados.
Especialmente o fator tempo de carência deve ser analisado com cautela, já que alguns podem estar passando por tratamento e, por isso, não poderiam esperar esse prazo para voltar a utilizar o plano de saúde. Veja mais sobre esse assunto a seguir.
Na contratação de um plano de saúde empresarial, a operadora pode determinar um tempo de carência, que seria um prazo em que os serviços do plano não podem ser utilizados. Ele começa a ser contado na data de assinatura do contrato e tem um limite máximo determinado por lei, sendo:
No entanto, como dito, para o funcionário que está passando por tratamento, esse tempo poderia prejudicá-lo. A empresa, então, precisa contratar uma operadora que aceite negociar a carência, a fim de permitir a continuidade de uso dos serviços médicos.
Assim, na hora de fazer a mudança, é interessante contratar uma corretora de seguros para auxiliar nesse processo. Ela poderá indicar a melhor operadora nesses casos, que traga um produto com vantagens para a empresa e que beneficie os funcionários.
Além disso, a corretora representará a empresa e auxiliará na interpretação de cláusulas e na observação do cumprimento dos direitos da contratante. Assim, haverá garantia de que ninguém será prejudicado nesse processo.
Mudar o plano de saúde empresarial pode ser preciso, mas, antes de fazer a mudança, observe se ela será vantajosa. Tenha o cuidado de optar por uma nova operadora que realmente traga um produto interessante para a empresa e que assegure o bom atendimento para seus funcionários.
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